quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Club World Championship: Em busca de título inédito, Sollys/Osasco enfrenta Rabita Baku na final


Atual campeão da Superliga e do Sul-Americano de Clubes, o Sollys/Osasco entra em quadra nesta sexta-feira, às 11h, no Ginásio Aspire Dome, em Doha, Qatar, buscando fazer história e se tornar o terceiro clube brasileiro a conquistar o Campeonato Mundial de Clubes do voleibol feminino. Após despachar na fase semifinal o Lancheras de Cataño, de Porto Rico, a equipe comandada pelo técnico Luizomar de Moura terá na final o já conhecido Rabita Baku, do Azerbaijão. Na fase de grupos, o Sollys venceu a equipe europeia, que é a atual campeã do mundial e que havia derrotado as brasileiras em 2011.  


- É simplesmente o último campeão mundial de clubes, sendo assim, elas sabem como funciona e estão acostumadas com grandes títulos internacionais. É um grande adversário e elas cresceram muito com a saída da Aurea Cruz e a entrada da Dobriana Rabadzhieva, que melhorou o passe, o fundo de quadra e o próprio ataque, por isso, tenho certeza que é uma equipe ainda mais forte do quando as enfrentamos na primeira fase. Podemos esperar um grande clássico, mas o Sollys/Nestlé está muito bem e espero que possamos fazer o nosso melhor para conquistar esse campeonato - declarou a capitã Jaqueline.


Com três vitórias em três jogos na competição, o Sollys/Osasco está com uma série invicta de 34 jogos e em franca evolução na temporada 2012/13. 

- Eu confio muito na nossa equipe porque todas estão super bem e acho que isso faz a diferença. No decorrer do torneio o time demonstrou uma boa crescente e isso é muito importante para uma final. Agora temos que seguir fazendo cada uma o seu papel como fizemos até o momento. Estamos em busca do nosso primeiro título Mundial e todos estão confiantes - disse Jaque.

Assim como suas companheiras, Jaqueline não tem nenhum título mundial adulto em sua carreira. Com a seleção brasileira, a jogadora chegou perto nos mundiais de 2006 e 2010, sendo que, em ambas as possibilidades o Brasil terminou com a prata. Além disso, no Mundial de Clubes de 2010, a atleta também ficou na segunda posição quando o Sollys/Osasco perdeu a final para o Fenerbahce.

- Independente se é clube ou seleção, nós estamos aqui representando o Brasil. Esse é um dos títulos que ainda faltam na minha carreira e vou atrás deste objetivo para colocar mais essa conquista no meu currículo. O grupo inteiro quer muito esse título e vamos dar de tudo para levar esse troféu para o Brasil - concluiu a capitã.

Esta é a sexta edição do Mundial de Clubes na versão feminina e o Brasil já teve como campeões o Sadia/São Paulo, em 1991, e o Leite Moça/Sorocaba, em 1994. Além deles, o Messaggero Ravenna levantou o troféu em 1992, o Fenerbahçe Acıbadem conquistou o título em 2010 e o Rabita Baku levou a taça para o Azerbaijão em 2011. O Sollys/Nestlé chega nesta decisão tendo a oposta Sheilla como maior pontuadora, com 42; a central Thaísa como a melhor atacante, com 52,73% de aproveitamento; a líbero Camila Brait como melhor defensora e líbero; e a levantadora Fabíola como a melhor levantadora da competição. Sollys/Osasco e Rabita Baku se enfrentam nesta sexta-feira, às 11h (horário de Brasília), no Ginásio Aspire Dome, em Doha, no Qatar. 

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