quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Superliga: Vasileva depende de documentação para estrear


Falta apenas a autorização da FIVB para Vasileva fazer sua estreia pelo Vôlei Amil. Já recuperada de uma entorse no tornozelo, a ponteira/oposta espera poder entrar em quadra já nesta sexta-feira (23), em Osasco, no duelo com o Sollys/Nestlé, pela abertura da Superliga feminina.

Enquanto não pisa em quadra, Vasileva aproveita para se aproximar das novas colegas. Em Campinas, a búlgara costuma sair com Fernandinha, Natasha, Priscila Daroit e Suelen.

- Me entrosei rápido com as meninas, elas são alegres e receptivas. Aqui sinto que é todo mundo junto, como um time. Na Itália, a coisa é mais individualista - explica ela, que defendeu até a temporada passada o Bergamo.

O Brasil, até então desconhecido para Vasileva, também tem agradado. A começar pelo clima.

- Eu adoro. Sempre que posso vou para a piscina - conta Vasileva, que desde então passou a exibir uma pele mais corada. A segurança do País, antes uma preocupação, também foi aprovada - A única coisa que havia ouvido do Brasil era sobre o perigo da criminalidade. Pois cheguei e não vi nada disso. Não tenho receio nenhum em andar pelas ruas.
 
Cada vez mais à vontade, inclusive para se comunicar em português, Vasileva mostra que as habilidades vão além das cortadas em quadra. As mesmas mãos que castigam a bola em potentes cortadas também fazem delícias na cozinha. Delícias que as companheiras já até saborearam. Recentemente, a búlgara levou tortas e bolos para adoçar os treinos na Arena Amil.

- Gosto de cozinhar, mas só quando dá tempo. Normalmente, deixo uma carne pronta e preparo uma salada. Mas o que mais gosto de preparar são doces - diz ela, já uma fã da culinária local - Adoro a comida brasileira. É tudo muito boa. Gosto muito de carne, de todos os tipos, mas me encantei com a picanha nas churrascarias. Isso sem falar no doce de leite, que é demais.

Fonte: SaqueViagem

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