quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Olimpíadas: Juliana e Larissa pedem ao COB e voltam a 'morar' no Crystal Palace


 Juliana e Larissa cansaram da longa viagem todos os dias. Invictas até em sets em Londres, mas sem poder treinar no Horse Guards Parade, local das competições, as duas precisavam enfrentar 32 km de estrada entre idas e vindas diárias. Tudo para usar as quadras do Crystal Palace, centro de treinamento da delegação brasileira. Hospedadas em um hotel próximo à sede desde o início da disputa do vôlei de praia nos Jogos, a dupla pediu ao Comitê Olímpico Brasileiro para voltar a ficar concentrada com os outros atletas do Time Brasil.
O Horse Guards Parade fica na região central de Londres, entre o Palácio de Buckingham, o The Mall e a casa do primeiro-ministro. O Crystal Palace fica a 16 km dali, na parte sul da capital e de difícil acesso. Por conta dos treinos diários, Juliana e Larissa precisavam se deslocar até o centro de treinamentos, perdendo tempo de descanso. Por isso, preferiram voltar a morar com os atletas brasileiros que ainda não começaram a competir e enfrentar o percurso apenas nos dias de jogos.
- Juliana e Larissa pediram para voltar a morar no Crystal Palace. Elas preferiram ficar lá para facilitar nos treinos. Isso mostra que ficou tudo mais fácil para o atleta por lá. As outras três duplas continuam hospedadas no hotel - disse Marcus Vinícius Freire, superintendente-executivo do COB.
O Crystal Palace conta com duas quadras de vôlei de praia, adaptadas em um espaço antes reservado para o tênis e montadas com a mesma areia usada na sede dos Jogos. Como cada dupla só teve uma hora para treinar no Horse Guards Parade, o centro de treinamento foi a saída encontrada para os brasileiros. E, apesar da distância, a estrutura foi bastante elogiada.
- É bom ter a mesma areia porque você chega na areia fofa da arena central já adaptado. Isso é o mais importante - disse Maria Elisa, que faz dupla com Talita.
 

Olimpíadas: Resultados do Vôlei de Praia



Depois da vitória de Alison e Emanuel por 2 sets a 0 sobre os italianos Nicolai e Lupo, as disputas do grupo A foram concluídas nesta quinta-feira com o triunfo dos suíços Bellaguarda e Heuscher sobre os austríacos Doppler e Horst por 2 sets a 0, com parciais de 24/22 e 21/12.
Com o resultado positivo, Bellaguarda e Heuscher conseguiram ficar na vice-liderança, com quatro pontos, somente atrás da dupla do Brasil, que já havia assegurado a ponta, somando seis pontos. Em terceiro, com os mesmos quatro pontos dos suíços, vieram os italianos Nicolai e Lupo, que ainda seguem vivos e vão tentar a classificação, enfrentando os canadenses Binstock e Reader. Caíram fora dos Jogos Olímpicos os austríacos, que ficaram na lanterna da chave.
Esta quinta também trouxe jogos do grupo B. Enquanto os espanhóis Gavira Collado e Herrera Allepuz superaram os japoneses Asaki e Shiratori por 2 a 0 (parciais de 21/19 e 22/20), os norte-americanos Dalhausser e Rogers não tiveram muitas dificuldades para derrotar os tchecos Benes e Kubala também por 2 a 0 (21/13 e 21/15).
Assim, os representantes da Espanha encerram a primeira fase na liderança da chave, com cinco pontos. A dupla dos Estados Unidos vem em segundo, com quatro. Benes e Kubala terminaram em terceiro e jogam a repescagem em busca de uma vaga na segunda fase. Os atletas japoneses estão eliminados.
Por fim, no grupo E, Plavins e Smedins, da Letônia, passaram sobre os holandeses Nummerdor e Schuil por 2 sets a 0, parciais de 21/18 e 21/14. Já os alemães Erdmann e Matysik ganharam dos venezuelanos Hernandez Colinai e Villafane Marquin por 2 a 1, parciais de 22/20, 16/21 e 15/11.
Com os resultados da primeira fase, os letões encerram a primeira fase na ponta, com seis pontos conquistados. Os representantes da Holanda ficam na vice-liderança, com cinco. Erdmann e Matysik ficam em terceiro, com quatro, e pegam os tchecos Benes e Kubala disputando o direito de seguirem na competição. Hernandez Colinai e Villafane Marquin estão fora das Olimpíadas.
A fase de repescagem será disputada ainda nesta quinta-feira. Às 19h (de Brasília), Binstock e Reader, do Canadá, duelam contra os italianos Nicolai e Lupo. Já os alemães Erdmann e Matysik medem forças contra os tchecos Benes e Kubala a partir das 19h15.

Olimpíadas: Brasileiros do vôlei admitem desequilíbrio com vantagem americana: "Faltou paciência"



Após a derrota por 3 sets a 1 para os Estados Unidos nesta quinta-feira, os jogadores da seleção brasileira de vôlei admitiram após a partida que a equipe se desequilibrou nos momentos em que os rivais passaram à frente no placar e abriram vantagem.
"A gente parou a partir do momento em que eles passaram à frente, principalmente no segundo set. A gente se desestabilizou, e isso não pode acontecer. Eles abriram três pontos em uma passagem de saque e paramos de jogar. Foi esse detalhe que fez a diferença", afirmou o meio de rede Rodrigão, em entrevista ao Sportv.
Durante quase toda a partida, os brasileiros sofreram com os fortes saques dos americanos, especialmente do oposto Clayton Stanley. O líbero Serginho declarou, porém, que o alto índice de acerto dos serviços rivais não serve como desculpa para a derrota.
"A gente já sabia que eles iam jogar assim. O que aconteceu é que algumas coisas não funcionaram bem para a gente. Eles jogaram com muita inteligência, sempre são assim, e para a gente faltou um pouquinho. Faltou paciência também, mas como eu disse, algumas coisas não funcionaram. Eles não rifam a bola, preferem que a gente erre, e hoje erramos muito", declarou o líbero.
O técnico Bernardinho lamentou o revés, mas disse que sabia que a partida não seria tranquila como foi a de terça-feira, quando os brasileiros venceram a Rússia, outra favorita ao ouro, por 3 sets a 0.
"No primeiro momento erramos muito, e com isso perdemos um pouco de vida. Temos muita coisa pra consertar, e sabíamos que esse jogo ia ser muito difícil. Jogamos abaixo do que a gente pode e os Estados Unidos erraram pouco", disse.
Com o resultado negativo, a seleção brasileira permanece com seis pontos conquistados, com duas vitórias em três jogos, e segue na segunda colocação do Grupo B. Os americanos lideram, com nove pontos, enquanto a Rússia é a terceira colocada, também com seis pontos.
Na próxima rodada, os comandados de Bernardinho enfrentam a Sérvia, no sábado, às 18h (de Brasília).

Olimpíadas: Brasil é superado pelos Estados Unidos



Quatro anos depois, EUA e Brasil se encontraram mais uma vez em uma Olimpíada nesta quinta-feira. E o roteiro, infelizmente para a Seleção Brasileira, foi uma cópia descarada do primeiro encontro, na final da Olimpíada de Pequim. De novo, o Brasil saiu na frente e sofreu a virada por 3 sets a 1 (25-23, 25-27, 19-25, 17-25). Assim como naquele jogo em terras chinesas, Stanley deu trabalho. O camisa 13 americano, que em Pequim liderou aquela amarga virada, foi o principal pontuador de sua seleção com 19 pontos. Pelo Brasil, o melhor atacante foi Leandro Vissotto, com 15 pontos - na maioria deles soltando o braço.
O saque brasileiro, tão eficiente contra a Rússia, não funcionou. E o dos americanos, se não foi espetacular, ajudou bastante. O levantador americano Donald Suxho, com um leque variado de jogadas, também teve grande atuação.
Apesar da derrota, a situação brasileira no Grupo B é tranquila. A Seleção tem seis pontos, na segunda colocação, enquanto os americanos abriram na liderança da chave, com nove pontos.

Olimpíadas: Del Core é pedida em casamento no Earls Cour



Em plenos Jogos de Londres, na quadra do Earls Court, a ponteira italiana Del Core viveu uma experiência inesquecível. Para alguns, poderia ser a conquista da medalha de ouro, mas para a italiana foi algo muito mais inusitado: um pedido de casamento.

Após a vitória da Itália sobre o Japão na última segunda-feira (29), Del Core foi cumprimentar o namorado nas arquibancadas. Mas o moço surpreendeu e lhe deu um anel de noivado, pedindo-a em casamento. Sem pestanejar, ela disse “sim, eu aceito”. E é com esta motivação a mais que Del Core volta à quadra com as companheiras na sexta-feira (3), quando a Itália tem pela frente a Argélia.

Olimpíadas: Musas espanholas perdem na quadra, mas conquistam a arquibancada

Ingressos concorridos. Arena lotada. Disputas acirradas - nem sempre do ponto de vista técnico. Na opinião de muitos torcedores, há um outro título em jogo: o de musa do vôlei de praia. Nesse quesito, as espanholas surgem como favoritíssimas. Liliana e Baquerizo perderam nesta quinta-feira para as americanas Kessy e Ross dentro de quadra, por dois sets a um. Já nas arquibancadas não teve para ninguém.
- Estou trabalhando no melhor lugar. Sem dúvida é o esporte mais bonito, literalmente. Aqui posso apreciá-las de perto. Só não consegui decidir ainda qual das espanholas é mais interessante - disse um voluntário.



Liliana Fernandez Steiner tem 25 anos, mede 1,78 m e pesa 75 kg. Quando não está em quadra, estuda turismo ou aproveita o tempo livre para ler e dançar. Fica contente com os elogios, mas descarta o rótulo de musa.
As pessoas deveriam dar mais valor à maneira que jogamos do que aos nossos biquínis"
Liliana Fernandez
- Em qualquer esporte, como na vida, é bom ver gente bonita. Mas aqui o mais importante são os atletas. As pessoas deveriam dar mais valor à maneira que jogamos do que aos nossos biquínis - disse Lili, como é chamada pelos amigos.
Elsa Baquerizo faz uma bela parceria com Lili. Estudante de pedagogia, ela também tem 25 anos, mas é mais alta e magra: 1,81 m e 68 kg.
- Eu gosto do meu corpo, é verdade, mas a minha prioridade não é essa - afirmou, seguindo o discurso da companheira nas quadras.
Enquanto as jogadoras tentam se esquivar do assunto, os torcedores da Espanha comemoram o título que parece mais provável.
- Elas até jogam direitinho, mas é verdade que a beleza delas nos dá um orgulho especial - provocou um fã espanhol.
O melhor resultado da carreira da dupla Liliana e Baquerizo foi um bronze no Campeonato Europeu deste ano.

Olimpíadas: Maria Elisa e Talita viram contra australianas "sortudas"



A dupla Maria Elisa e Talita confirmou a invencibilidade do Brasil nas areias em Londres na fase de grupo de disputas do vôlei de praia. Nesta quinta-feira, as brasileiras precisaram superar a sorte das australianas Louise Bawden e Becchara Palmer, que contaram com a ajuda da rede, para vencer o duelo por 2 sets a 1 (18-21, 21-16 e 15-9), de virada, e confirmar a classificação.

O equilíbrio foi a principal característica do começo da partida com as duas duplas alternando pontos. No momento decisivo, a sorte falou mais alto para o lado das australianas que abriram três pontos de vantagem (17-14).

Maria Elisa e Talita pararam o jogo e tentaram quebrar o ritmo das adversárias. As brasileiras conseguiram tirar um ponto da diferença, mas as australianas administraram a vantagem para fechar a primeira parcial em 21 a 18.

A vitória animou as australianas no 2º set, que começou com o saque para fora do Brasil. Bawden e Palmer continuaram tendo a sorte como principal arma na parcial, com a bola batendo na rede e caindo na quadra brasileira.

O ‘azar’ das brasileiras resultou em uma desvantagem de cinco pontos no placar. Porém, Maria Elisa e Talita não deixaram se abalar e foram buscar a igualdade em 10 a 10. A ‘reação’ das rivais obrigaram Bawden e Palmer pararem o jogo.

Porém, a estratégia de quebrar o ritmo das brasileiras não deu certo e Maria Elisa e Talita tomaram a liderança do placar. Na frente do marcador, a dupla nacional confirmou a recuperação e venceu o set por 21 a 16, empatando a parcial.

O tie-break começou com as brasileiras melhor e abrindo frente no marcador. Porém, as australianas empataram em 6 a 6, em um ponto polêmico e alvo de muita reclamação. Depois disso, Maria Elisa e Talita colocaram a “raiva” na bola e abriram 9 a 6. Com tranquilidades, as brasileiras venceram o set desempate por 15 a 9.

Com vitórias sobre Madelein Meppelink/Sophie Van Gestel, da Holanda, e Sara Goller/Laura Ludwig, da Alemanha, além das australianas, Talita e Maria Elisa terminaram em primeiro lugar na chave e avançaram diretamente às oitavas de final, repetindo o desempenho de Juliana/Larissa, Ricardo/Pedro Cunha e Alison/Emanuel.
Avançaram diretamente às oitavas de final os dois primeiros colocados de cada uma das seis chaves da primeira fase e os dois melhores terceiros. Os quatro terceiros colocados restantes disputarão, ainda nesta quinta, as últimas duas vagas disponíveis. Após a definição de todos os classificados, será realizado o sorteio que determinará os confrontos da fase eliminatória. Por terem avançado em primeiro lugar de seus grupos, as duplas brasileiras não podem se enfrentar na rodada das oitavas.

Olimpíadas: Polônia se recupera diante da Argentina

A Polônia respondeu bem à pressão sofrida depois da inesperada derrota para a Bulgária. Nesta quinta-feira (2), contra a Argentina, Bartman, Kurek e companhia não deram espaço para qualquer dúvida e confirmaram o favoritismo, vencendo o desafio por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/20 e 25/16.

E a dupla fez a diferença para a recuperação polonesa. Bartman comemorou 17 pontos, enquanto Kurek contabilizou outros 16. Com isso, a candidata ao ouro somou seis pontos, resultado de duas vitórias e uma derrota. Em situação mais complicada, os portenhos seguiram com três.




As duas seleções apostaram tudo no saque desde o princípio. Os poloneses, porém, se mostraram mais eficientes no fundamento, apesar de os passadores argentinos terem segurado bem os torpedos de Kurek e companhia. Mas, na rede, a Polônia pôs a Argentina em dificuldade e levou a melhor para fechar a parcial.

No segundo set, os comandados de Javier Weber não conseguiram manter a mesma eficiência na recepção. Com isso, tiveram ainda mais trabalho para derrubar a bola. Ainda assim, a partida se manteve equilibrada até a reta decisiva. Mais uma vez, o saque e o ataque dos europeus foram fundamentais para o sucesso.

O enredo do confronto não mudou no terceiro set. Weber tentou mudar os rumos do jogo ao colocar Uriarte e Poglajen em quadra. Mas os campeões da Liga Mundial não perderam o rumo e seguiram firmes, sem dar espaço para a reabilitação dos sul-americanos. Com Mozdzonek pelo meio, o time vermelho e branco decretou o fim do embate.

Fonte: SaqueViagem

Olimpíadas: Russos veem espaço para melhora.



A Rússia sabe que ainda pode apresentar um voleibol mais consistente nesses Jogos de Londres. E a partida contra a Tunísia, nesta quinta-feira (2), só confirmou o pensamento de Khtey, Mikhaylov e companhia.

A conclusão geral é que há espaço para crescer. E é preciso melhorar para os duelos mais duros das Olimpíadas. “Podemos ter tido muitos erros no saque. Podemos jogar melhor. Na sequência do torneio, temos que jogar melhor”, afimou o experiente Khtey.

E nada como um rival de peso para poder testar a real força e, com isso, ganhar confiança. “Podemos dizer que os Estados Unidos estão jogando muito bem. Vamos precisar evoluir”, repetiu o ponteiro, já de olho no compromisso com os americanos, no sábado (4).
 

Olimpíadas: Picci está em Londres por pressão da federação



Não era para a ponteira Piccinini estar nos Jogos de Londres. De acordo com os veículos de imprensa da Itália, a musa não fazia parte dos planos do técnico Massimo Barbolini. Mas uma intervenção do presidente da Federação Italiana de Voleibol (FIPAV), Carlo Magri, mudou os rumos da decisão.

Nesta quinta-feira (2), a FIPAV desmentiu a informação por meio de um comunicado. Reserva de Costagrande e Del Core, Piccinini tem sido aproveitada pouco por Barbolini nesta primeira fase das Olimpíadas. A Itália está invicta, com três vitórias e nove pontos ganhos.

Fonte: SaqueViagem, http://www.volleyball.it/notizie.asp?s=118&n=48393&l=0

Olimpíadas: Barulheira do vôlei faz classe média inglesa proibir torcida de pisar nas calçadas

O público animado e barulhento que costuma comparecer em jogos de vôlei não está agradando todos os ingleses. Irritados com a perturbação até a madrugada, moradores da rua que dá acesso ao ginásio em que acontecem as partidas em Londres reclamaram com a polícia e pediram que os torcedores não andassem pela calçada, para tentar minimizar a confusão.

Visão geral da rua que dá acesso ao ginásio de vôlei em Londres, onde os moradores estão reclamando
 O ginásio fica no distrito de Earl’s Court, no centro de Londres, e leva o mesmo nome. Para chegar a ele, todos os torcedores são aconselhados a descerem na estação homônima do metrô e caminharem cerca de dez minutos em uma rua aparentemente pacata, cercada de prédios de arquitetura semelhante, que são ocupados pela classe média trabalhadora que vive no local.
O problema é que a programação do vôlei é das mais extensas da Olimpíada. O primeiro jogo do dia começa às 9h30 e o último pode terminar até 1h30 da manhã, dependendo da duração das partidas anteriores. Na chegada e na saída, os torcedores passam pela rua em questão, a Earl’s Court Gardens, geralmente fazendo barulho.
Depois de alguns dias, no entanto, os voluntários começaram a orientar o público que andasse somente pela rua, e não pela calçada. “Foi um pedido dos moradores, que reclamaram com a polícia de que estava havendo muito barulho”, disse um dos voluntários que orientava os pedestres e não quis se identificar.
A irritação dos moradores era visível. A reportagem presenciou um dos moradores batendo boca com um voluntário quando este pediu que ele andasse na rua, e não na calçada. “Eu moro aqui, seu filho da p... E pare de gritar na frente da minha casa ou eu chamo a polícia”, disse um senhor de cerca de 70 anos que logo entrou em um dos edifícios.

Olimpíadas: Rússia tem dificuldade, mas passa por Tunísia



Derrotada pelo Brasil na última rodada dos Jogos de Londres, a Rússia voltou a sentir o sabor da vitória nesta quinta-feira (2). Porém não foi preciso mostrar o melhor voleibol para fazer 3 sets a 0 na Tunísia, no confronto que terminou com parciais de 25/21, 25/15 e 25/23.

Apesar de ter pela frente o rival mais fraco do Grupo B, a Rússia sofreu além da conta para fechar o jogo. Especialmente no último set, quando jogou boa parte do tempo atrás no marcador. Nos momentos decisivos, a candidata ao ouro olímpico precisou engatar uma grande reação para concretizar a vitória.

Até certo ponto parelho, a partida foi marcada pelos erros dos comandados de Vladimir Alekno, menos concentrados do que o habitual. E nem mesmo o fato estar com os titulares em quadra tornou o duelo mais tranquilo. O oposto Mikhaylov foi o  maior pontuador da partida com 15 acertos.

Com duas vitórias, a Rússia soma seis pontos, enquanto que é a lanterna do grupo Tunísia, só tem derrotas. Na próxima rodada, que será no sábado (4), o time ruso tem um desafio complicado com os Estados Unidos. Os africanos, por sua vez, encaram a embalada Alemanha.

Olimpíadas: Enquanto alemães sonham com classificação, sérvios lamentam derrota.



A derrota da Sérvia para a Alemanha nesta quinta-feira (2) pode respingar na caminhada do Brasil no Grupo B dos Jogos de Londres. Isso porque os sérvios ficaram pressionados na tabela de classificação e precisam ir bem nos últimos dois compromissos para garantir vaga nas quartas de final.  

“Se tivéssemos vencido este jogo, teríamos certeza que iríamos às quartas. Agora, teremos que jogar muito melhor contra o Brasil e a Rússia, mas ainda não acabou”, falou o central Stankovic. “O Brasil é uma grande equipe, mas eles não são invencíveis. Podemos vencer. Vai ser um grande jogo”, completou Kovacevic



Com a quinta colocação no Grupo B, os germânicos precisam superar Tunísia e Brasil para alcançar a classificação às quartas de final.

“Ainda temos chance de ir para as quartas de final se jogarmos como fizemos hoje (quinta-feira)”, afirmou o técnico Vital Heynen, que evitou creditar a Grozer o triunfo. “Não quero destacar qualquer atleta, mas Gyorgy (Grozer) marcou 39 pontos. Acho que esse número fala por si.”
 
“Foi um jogo maravilhoso. Depois do primeiro set, pensei que seria difícil, e foi. Precisamos de sete sets para começar essa competição”, destacou Kaliberda. 
 

Com Paracatu e Ju Odilon, Rio do Sul apresenta nova equipe 2012



Este é o time Rio do Sul/Unimed/Delsoft que disputa o campeonato catarinense. Camila Paracatu e Ju Odilon foram confirmadas pela diretoria para esta temporada na manhã desta quarta-feira.

Da esquerda para a direita, de pé: Preparador físico Jeferson Bagatoli, coordenador José Roberto Neves. Jogadoras: Wime, Vanessa, Priscila, Nine, Camila Paracatu e Juliana Odilon. Técnico Rogério Portela e auxiliar técnico Pedro Casteli. Sentadas: Edna, Claudinha, Flavinha, Elis, Ananda, Neneca e Paula Barros.

Fonte: Melhordovolei

Olimpíadas: Búlgaros reconhecem pressão por favoritismo



A boa campanha até aqui nos Jogos de Londres não é motivo para deslumbrar a Bulgária, líder do Grupo A com três vitórias, sendo uma delas sobre a Polônia. E há motivo de sobra para isso. Contra a Austrália, nesta quinta-feira (2), Aleksiev e companhia perceberam que é preciso evoluir.

Afinal, o time se perdeu nos próprios erros e, assim, não conseguiu apresentar um voleibol mais convincente. “Precisamos continuar a lutar. Precisamos também de mais preparação física e mental, além de um pouco de sorte para conseguir uma medalha”, listou o atacante Aleksiev, fundamental na vitória sobre os australianos, com 16 pontos marcados.

Na avaliação do capitão Vladimir Nikolov, a Bulgária sentiu a pressão por jogar como favorita à vitória. Situação diferente da vivida contra a Polônia, quando entrou como franco-atiradora. “Sabíamos que era um jogo quase ganho para nós. Sentimos a pressão. Nosso jogo não foi bom como esperávamos, mas estamos felizes (pelo resultado).”

Olimpíadas: Bulgária toma susto, mas se mantém invicta.


Após superar Grã-Bretanha e Polônia nas duas primeiras rodadas do Grupo A de vôlei masculino, a Bulgária segue com desempenho arrasador nos Jogos Olímpicos de Londres. Nesta quinta-feira, a seleção europeia venceu a Austrália por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/21 e 25/22, no ginásio Earls Court, e manteve 100% de aproveitamento no torneio na capital inglesa.







Comandada pelo técnico Nayden Naydenov, a Bulgária teve como principal destaque o ponteiro Todos Aleksiev, com 16 pontos. Já os australianos, treinados por Jun Uriarte, contaram com grande atuação do oposto Thomas Edgar, que marcou 18 pontos e foi o maior pontuador do confronto.
Invicta na competição em território britânico, a equipe búlgara lidera o Grupo A, com nove pontos, tendo perdido apenas um set nas três partidas disputadas. Já a Austrália contabiliza apenas uma vitória nestes Jogos Olímpicos e ocupa a quinta colocação da chave, com três pontos.
Neste sábado, às 16h (de Brasília), os europeus enfrentam a Argentina, em jogo válido pela quarta rodada. No mesmo dia, o time da Oceania mede forças com a seleção italiana, que foi quarta colocada em Pequim, em 2008.

Olimpíadas: Seleção feminina liga sinal de alerta e teme eliminação precoce



As jogadoras da Seleção feminina de vôlei deixaram transparecer visivelmente que a derrota para a Coreia do Sul, por 3 sets a 0, não estava nem nos piores planos da equipe. Muito surpresas com o resultado, as atletas ligaram o sinal de alerta dentro dos Jogos Olímpicos de Londres e admitiram que temem uma eliminação precoce na capital inglesa. O time brasileiro ocupa atualmente a quinta posição do Grupo B, na frente apenas da Sérvia, que ainda não venceu na competição.


"Eu acho que preocupar a gente preocupa (ficar de fora na primeira fase). Não tem como mentir. Mas a gente vai lutar até o último segundo para chegar na fase final", afirmou a meio de rede Fabiana. Discurso semelhante foi adotado pela oposto Sheilla. "É lógico (que temos uma preocupação com a classificação). Mas a gente tem dois jogos pela frente e tem que ir buscar. Agora a gente está numa situação complicada, não vou mentir e falar que não estamos. Mas depende da gente ainda".
Já a líbero Fabi adotou um discurso mais ponderado e disse que a Seleção feminina tem que saber se moldar com as situações que aparecem na frente dela. "Faz parte, sabia que era um grupo difícil, esperávamos estar brigando pelo primeiro lugar. Às vezes algumas coisas não sai como gostaríamos que saíssem. A gente tem que arrumar estratégia para sair disso. Enquanto houver esperança de classificação a gente vai buscar, lutar e representar essa camisa da melhor forma possível".
Sheilla disse que após a derrota para os Estados Unidos, por 3 sets a 1, o grupo se reuniu para pedir uma mudança de postura, porém a oposto não sabe explicar porque a mudança não deu certo dentro de quadra. "A gente conversou bastante depois do jogo dos Estados Unidos, conversamos de novo ontem e achamos todo mundo que faltava mais agressividade. Todo mundo entrou em comum acordo com relação a isso. Então a gente combinou de tentar fazer isso melhor, de gritar mais, vibrar mais, colocar mais alegria", disse.
"A gente tentou, até ia em alguns momentos, mas a gente não conseguia manter o tempo inteiro. A gente sabia que o jogo era mais de defesa do que de bloqueio, mas a defesa não funcionou muito bem também. E as vezes quando nós defendemos, a gente desperdiçou muito o contra-ataque. Nós erramos muito ataque ali no início. A gente está em uma situação difícil, mas não é impossível sair da situação que a gente está. Vai ter que lutar muito, tem que pensar na China para depois de amanhã, porque ganhando dois jogos ainda tem muita coisa pela frente", completou a camisa 13 da Seleção feminina de vôlei.

Fonte: Terra

Canoas se prepara para Gaúcho

Com o grupo quase completo para a temporada 2012/13, a Apav/Canoas intensifica a preparação para o Gaúcho masculino de vôlei, previsto para o próximo mês. Nesta primeira etapa, os jogadores passam por uma atividade regenerativa.

“Este é o momento em que os atletas são submetidos a trabalhos de prevenção de lesões, com foco nas articulações. O procedimento faz parte do plano de recondicionamento até o início das competições”, explicou o fisioterapeuta Luis Perez.

A preocupação maior da comissão técnica está relacionada a exercícios específicos de prevenção, voltados principalmente aos tornozelos, joelhos e ombros. Atividades na piscina também fazem parte do programa.

“Nós fizemos o trabalho (na piscina) com a mesma intensidade da quadra, mas sem o impacto, evitando totalmente a possibilidade de qualquer problema. Assim, eles sofrem carga física igual, porém sem correr riscos”, comentou o preparador físico Giovane Foppa.

Olimpíadas: Alison brilha no bloqueio, e dupla brasileira avança às oitavas

O tempo estava fechando em Londres. Nuvens escuras mostravam que o início do dia não seria fácil. E não foi. Nicolai e Lupo queriam estragar a festa brasileira nos Jogos. Pararam em um gigante chamado Alison. O Mamute subiu o paredão, brilhou com oito bloqueios certeiros e, ao lado de Emanuel, carimbou o passaporte para as oitavas de final das Olimpíadas ao vencer por 2 sets a 0 (26/24 e 21/18) na manhã desta quinta-feira.

Alison vira um gigante no bloqueio e ajuda o Brasil a avançar às oitavas (Foto: Reuters)
 - Sabíamos que seria um jogo difícil. Já enfrentamos essa dupla quatro vezes e sempre foram jogos duros. Mas o importante é que eu saio feliz com o primeiro lugar do grupo. Depois que o bloqueio do Alison começou a entrar, o jogo começou a sair - disse Emanuel, em entrevista ao SporTV.
- Eu estou crescendo ao lado do Emanuel. O bloqueio ajudou muito hoje. Isso é importante - concluiu Alison.
Com o terceiro triunfo, Emanuel e Alison fecharam a primeira fase na liderança da chave A, com seis pontos. A dupla brasileira conhecerá a adversária nas oitavas apenas ao fim da rodada nesta quinta-feira.

Emanuel cresce na defesa no segundo
set contra os italianos (Foto: Getty Images)
 Início complicado 
 Saques não forçados, erros de ataque e uma dupla adversária que estava com a sorte ao lado no início da manhã desta quinta-feira fizeram com que Emanuel e Alison suassem para vencer o primeiro set. Nicolai e Lupo sabiam que o caminho para passar pelo Mamute era a largada em diagonal. Deu certo. O gigante ainda estava tímido na rede, e o placar ficou dilatado em três pontos para os italianos.
Enfim, eles começaram a errar. Seis vezes seguidas. Saques para fora, ataques desperdiçados. O mormaço na arena em Londres parecia abrir o caminho para a dupla brasileira. Mas depois de quatro match points, Emanuel errou a mão na rede, e a vantagem virou para os europeus.
Chegou a hora do gigante aparecer. E ele apareceu. Com três bloqueios, sendo os dois últimos seguidos, no mesmo lance, em cima de Lupo, Alison fechou o set em 26/24.
  Alison e Emanuel comemoram (Foto: Reuters)
O paredão do estreante em Jogos continuou alto no início da segunda parcial. O Brasil chegou a abrir 3 a 0 no placar. Erros em ataques, porém, deixaram os italianos virarem para 5 a 3. Então, Alison apareceu no bloqueio de novo para virar o marcador. Os italianos sabiam que tinham que achar uma maneira de passar pelo gigante. Não conseguiram. Viraram tanto a mão que atacaram para fora. Já estava 7 a 5.
Com a segurança no bloqueio, a defesa de Emanuel também encaixou. Melhor no segundo set, a dupla verde e amarela levantou a torcida com uma vantagem de cinco pontos no placar (14 a 9). A Itália continuava a forçar o saque. Quando os brasileiros estavam prontos para encerrar o jogo, a sorte quis sorrir novamente para os adversários. Nicolai sacou, e a bola tocou na fita antes de cair na quadra e quebrar a recepção. Mas não teve jeito. No serviço seguinte, ela parou na rede, e Alison e Emanuel, enfim, comemoraram a passagem para as oitavas de final.

Olimpíadas: Alemanha vira sobre Sérvia e conquista primeira vitória em Londres

Quinta colocada na última edição da Liga Mundial, a seleção alemã masculina de vôlei conquistou sua primeira vitória nos Jogos Olímpicos de Londres. Nesta quinta-feira, a equipe comandada por Vital Heynen superou a Sérvia de virada por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 27/29, 25/18, 25/20 e 20/18, no ginásio Earls Court, em partida válida pela terceira rodada do Grupo B.




O principal jogador do duelo entre alemães e sérvios foi o oposto Gyorgy Grozer, que anotou 39 pontos a favor da equipe vitoriosa e foi o maior pontuador do embate. Pelo lado da Sérvia, o também oposto Aleksandar Atanasijevic marcou 22 pontos, mas não evitou a derrota de seu time.
Com este resultado, a Alemanha, que havia perdido Rússia e Estados Unidos nas rodadas anteriores, somou seus dois primeiros pontos e chegou a quinta colocação do Grupo B dos Jogos Olímpicos de Londres. Já os sérvios ocupam a terceira posição da chave, com quatro pontos, atrás dos americanos e do Brasil, que têm seis pontos cada.
O próximo jogo da Alemanha na competição em território britânico ocorre neste sábado, às 5h30 (de Brasília), quando enfrentam a seleção da Tunísia. No mesmo dia, a Sérvia mede forças com o Brasil, às 18 horas (de Brasília).

Fonte: Terra

Olimpíadas: Desânimo toma conta do vôlei feminino e nem reunião interna resolve o problema

A seleção brasileira de vôlei feminino levou um golpe duro na última quarta, e deu sinais claros de que sentiu além da conta. A derrota por 3 a 0 para a Coreia do Sul complicou a vida do time e o clima após o jogo era digno de eliminação. Com o rendimento abaixo do esperado e muita oscilação em quadra, nem uma reunião após a primeira derrota salvou a seleção de ser contagiada pelo desânimo.
“Lógico que essa derrota nos pegou de surpresa. Nós conversamos depois do jogo contra os Estados Unidos e cada uma falou o que achava que estava faltando, e percebemos que era atitude. Combinamos de colocar isso em quadra, mas não conseguimos”, disse Sheilla.
O Brasil estreou na Olimpíada vencendo a Turquia por 3 a 2 em um jogo que poderia ser bem mais fácil. Contra os Estados Unidos, a derrota já era esperada, mas não da maneira que foi, com reação do time verde-amarelo somente em poucos momentos do jogo. A gota d’água foi a queda diante da Coreia, em que a seleção só equilibrou em poucos momentos do jogo, errou diversos fundamentos e facilitou a vida das rivais em situações-chave.



“Eu não sei te explicar o que aconteceu. Só encostando a cabeça no travesseiro. Eu estou acabada. Todo mundo se ajudou, está se abraçando, mas não deu certo”, disse Jaqueline, que deixou a quadra com os olhos cheios de lágrimas.
Fabiana também passou abatida, Paula falou em “segurar para não dizer bobagem” e José Roberto Guimarães foi além. Não mostrou muita empolgação, por exemplo, com a ideia de mexer no time. “Não tem muito o quê mudar. O time precisa de um pouco mais de estabilidade, está tendo muito nervosismo”, disse o treinador.
Contra a Turquia, uma sequência de falhas no fim do quarto set custou um ponto precioso ao Brasil na tabela de classificação. Diante dos Estados Unidos, a seleção igualou o jogo em duas oportunidades, mas em ambas cedeu pontos bobos às rivais, que cresceram na partida e fizeram 3 a 1. Na última quarta, os apagões vieram nas poucas vezes em que o confronto ficou equilibrado.
No primeiro set, a seleção até vencia quando cedeu quatro pontos seguidos em uma sequência de saques. Foi a senha para a Coreia fazer 1 a 0. No último, o Brasil igualou, ganhou certa moral com pontos importantes mas não teve capricho na recepção e nos contra-ataques para entrar de vez no jogo.
“Estou chateado porque nós não jogamos. A Coreia esteve mais tranquila. Nosso time tem muitos altos e baixos”, disse Zé Roberto, que não vê a consistência psicológica de suas pupilas como um problema. “A maioria ali já experiente, sabe que a expectativa do Brasil é grande”, concluiu.

fonte: Uolesportes