quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Outros: Feliz no jogo e no amor, Théo curte bom momento no Rio: 'Fase especial'

Ano novo, vida nova. O ditado é surrado e repetido a cada revéillon, mas 2013 realmente será bem diferente para Théo. Com contrato renovado por mais uma temporada com a equipe carioca, a grande mudança na vida do oposto do Rio de Janeiro acontecerá bem longe das quadras. A mais de 1.400km de distância da Cidade Maravilhosa, mais especificamente em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. É lá que Théo vai deixar a bola de lado e trocar o uniforme pelo fraque para subir ao altar com a fisioterapeuta gaúcha Bruna Pietta, de 24 anos, com quem namora desde 2005.




Quem pensa que a sorte do oposto se resume apenas ao amor se engana. Além de ser um dos destaques do líder da Superliga masculina, que nesta quinta-feira enfrenta o Canoas, às 20h, pela 10ª rodada, no mesmo estado de seu casamento, Théo é o segundo maior pontuador da competição com 148 pontos e o sexto atacante mais eficiente, com 32.42% de aproveitamento.
- A fase realmente é especial. Vou me casar dia 4 de maio, vivo meu melhor momento com a camisa do Rio de Janeiro e estou muito feliz de morar aqui - afirmou o oposto.
Bruna nunca jogou profissionalmente, mas, indiretamente, foi o vôlei que acabou unindo o casal. Natural de Brasília, Théo só conheceu a futura esposa porque defendia a equipe de Bento Gonçalves em 2005. Mas o primeiro encontro, em uma academia da cidade, demorou quase seis meses para dar frutos. 
A demora, no entanto, valeu a pena. Depois que assumiram o romance, os dois só se separaram em 2009, quando o jogador aceitou uma oferta para defender o Santory Sunbirds, do Japão. Se o assédio das fãs de olhos puxados jamais deflagrou uma crise entre eles, a distância entre os dois países incomodou a fisioterapeuta. A única solução encontrada por Bruna foi correr para o aeroporto e entrar no avião.
- É muito ruim quando o Théo está longe. Nos dois anos que ele jogou lá, só fui visitá-lo duas vezes. Eu passava dois meses e meio com ele nas minhas férias, mas as vezes ficávamos quase três meses sem nos vermos. Aqui no Brasil é mais tranquilo. A distância é menor e a gente se via de 15 em 15 dias - explicou Bruna.  
Ao aceitar a proposta do Rio de Janeiro, Theó acabou com o sofrimento da amada. Morando juntos desde o meio do ano passado, o oposto e Bruna só aguardam o momento de dizer sim para oficializarem uma união que na prática já existe há quase um ano. Aparentemente tranquilos, eles concordam que pouca coisa mudou desde que passaram a viver sob o mesmo teto.
- Muda um pouquinho porque ela deixou de ser uma visita. Antes dela vir morar comigo no Rio eu saía do treino e ia almoçar em qualquer lugar. Agora não, sei que tem alguém me esperando em casa. Mas no fundo já estamos vivendo uma vida de duas pessoas casadas há bastante tempo - afirmou Théo.
A tranquilidade só acaba quando o assunto é a lua de mel. Embora a data do casamento tenha sido cuidadosamente marcada para após o término da Superliga, uma provável convocação para a seleção brasileira pode atrapalhar os planos do casal.
- A  gente se casaria no ano passado, mas como minha irmã se antecipou e se casou, nós resolvemos adiar o nosso para 2013. Nossa ideia é fazer uma viagem, mas se ele for convocado para a seleção ou o Rio de Janeiro se classificar para disputar o Sul-Americano de clubes é provável que a gente tenha que deixar a lua de mel para depois - disse Bruna.
Frustração com corte para Londres-2012
Como nada é perfeito, 2012 não foi só de alegrias para o oposto do Rio de Janeiro. Pior do que a eliminação para o Vôlei Futuro, na semifinal da Superliga, foi ver seu ciclo na seleção brasileira ser interrompido antes da hora e ter ficado fora do grupo que conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres.
Apesar do duro golpe, Théo mostrou um maturidade incomum ao analisar a preferência do técnico Bernardinho por Leandro Vissotto e Wallace.
- Claro que fiquei frustrado. Participei de quase todo o ciclo olímpico e fiquei fora das Olimpíadas. Oscilei durante a Superliga e reconheço que o Vissotto e o Walace estavam em um momento melhor do que o meu. Apesar da decepção, não foi uma decisão injusta - admitiu.

Fonte: globoesporte.com



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