quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Superliga Feminina Play offs: em dia de "volta" da oposta Sheilla Sollys bate Minas em casa

 Quarta maior pontuadora da Superliga, a oposta Lia era a grande esperança da Usiminas/Minas para surpreender o Sollys/Nestlé, nesta terça-feira (26), no primeiro encontro das quartas de final. Tarefa que ficou impossível diante de um bloqueio que não deixou passar nem vento.

Com a marcação bem postada na rede, o time de Osasco fez do confronto com o de Belo Horizonte mais fácil do que se imaginava. E os traços da vitória ficaram mais firmes com a apresentação de gala de Sheilla, que puxou as donas da casa para o triunfo por 3 sets a 0 (25/17, 25/17 e 25/11).  

Agora, Sheilla e companhia se preparam para jogar na capital mineira, nesta sexta-feira (1º), pelo segundo jogo da série melhor de três. Com mais um sucesso, as osasquenses carimbam passagem para as semifinais. As minastenistas, por sua vez, precisam do resultado para evitar a eliminação.


                                                                                        Fabio Rubinato/AGF

Sollys decide a vaga na semifinal em BH

Sheilla lidera vitória do Sollys
Contrariando as expectativas, o José Liberatti não recebeu lotação máxima para o primeiro jogo das quartas de final. Também pudera. A forte chuva que despencou sobre Osasco, há poucos minutos do embate entre Sollys e Usiminas, deixou muita gente pelo caminho.

Mas quem conseguiu chegar não se arrependeu do esforço. A equipe da casa jogou bem e passou a dominar o confronto a partir da primeira parada técnica, resultado do bom trabalho no saque. Com dificuldades na recepção, as comandadas de Jarbas Soares não rodaram com a mesma frequência.

Nem Lia, a quarta maior pontuadora da competição, teve êxito no duelo com o paredão laranja. Diferente de Sheilla, que fez um belo primeiro set, sendo a bola de segurança de Fabíola. Antes do término da parcial, Jarbas queimou o segundo tempo. De nada adiantou. Na bomba de Garay, o elenco osasquense marcou confortáveis 25 a 17.

                                                                                        Fabio Rubinato/AGF

Sheilla foi o grande destaque do primeiro set
 
Sollys não dá chance à Usiminas
O Sollys não perdeu tempo e já emplacou 4 a 1 no segundo set com a Usiminas. Insatisfeito, Jarbas nem quis esperar a parada técnica e já brecou a disputa. Mas o sexteto azul e branco não reagiu. E ficou mais difícil com Lia bem marcada. Desta forma, Jarbas apostou na inversão do 5-1.

Giovana e Sara tiveram uma boa passagem pela quadra, recolocando as mineiras na parcial. Mas os erros, em especial no saque, impediram uma sequência de Lia e companhia. E o Sollys não perdoou. Firme no bloqueio e mortal no ataque, o time de Luizomar de Moura saltou para 17 a 11, obrigando Jarbas a solicitar o segundo tempo.

Mesmo com o placar dilatado, as osasquenses não economizaram energia e brigaram por cada bola, arrancando aplausos da torcida da casa. Antes de o set chegar ao fim, Jarbas tirou Carla e colocou Thaís. Só deu tempo de ela ver o ataque derradeiro de Garay, que colocou um ponto final no set com 25 a 17.

                                                                                        Fabio Rubinato/AGF

Osasquenses dominaram o segundo set
 

Com Samara e Gabi, Sollys leva o jogo
Sem nenhuma vontade de dar brecha para a Usiminas crescer, o Sollys já colocou 3 a 0 nos primeiros minutos da terceira parcial. O ritmo das anfitriãs não assustou as visitantes, que alcançaram o empate. Mas o bom momento parou por aí. As meninas de Luizomar marcaram ponto atrás de ponto e provocaram a parada obrigatória com folgados 8 a 3.

Jarbas aproveitou o tempo para ajustar o grupo. As osasquenses, no entanto, mantiveram a concentração em alta e não deram espaço para as mineiras, que ficaram o tempo todo atrás do marcador. Com o jogo na mão, Luizomar sacou Jaqueline e colocou Samara na rede (12/7). E a camisa 4 aproveitou muito bem a primeira chance de pontuar.

Minutos depois, foi a vez de Gabi ser escalada na vaga de Garay. Apesar das mudanças, as mandantes não perderam o ritmo. E muito em razão dos ataques firmes de Thaísa e Sheilla, combinados com um bloqueio seguro. E foi Gabi, em um ataque pela entrada, que fez a torcida explodir ao colocar a 25ª bola no chão (25/11). E os gritos ficaram mais fortes assim que Sheilla recebeu o VivaVôlei.
 


                                                                                        Fabio Rubinato/AGF

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