segunda-feira, 15 de abril de 2013

Mercado Nacional: Após título, reunião define futuro do Rio de Janeiro; Bruninho está otimista

Depois de conquistar sua sexta Superliga, Bruninho está otimista com o futuro do Rio de Janeiro para a próxima temporada. Criado em 2011, o time depende dos altos investimentos de patrocínio de uma das empresas do empresário Eike Batista. O levantador revelou que uma reunião hoje pode selar a continuidade do patrocinador que banca a equipe. No domingo, o Rio de Janeiro conquistou a principal competição nacional no domingo ao vencer o Cruzeiro por 3 sets a 1.

- Vai acontecer hoje uma reunião que vai definir a continuidade do projeto para a temporada que vem. Nós jogadores estamos informados que essa é a situação e a decisão deve sair rápido. Estou otimista, principalmente por conta da excelente repercussão com o título – contou o levantador pouco antes de participar do Globo Esporte nesta segunda-feira.


Com o título conquistado neste domingo, Bruninho se tornou o jogador com mais conquistas da Superliga, somando ao todo seis títulos da competição. O jogador se diz honrado por alcançar um número expressivo de conquistas num campeonato por onde já passaram grandes estrelas do vôlei, mas prefere se vangloriar do trabalho coletivo.

- Está saindo nos lugares aí que eu sou o recordista de títulos da Superliga com seis conquistas. Fico honrado, porque muitos jogadores já disputaram, mas não muda nada para mim. E mais, acho que o mais importante é o título da equipe, de repente alguns jogadores do nosso time que não tinham conquistado ainda o título tiveram essa oportunidade. O que eu fico mais feliz é pela equipe, mais do que qualquer conquista individual. Com 26 anos e já com seis títulos, é um número considerável, espero jogar muitas superligas ainda. Fico honrado mesmo, mas nada que supere a felicidade pelo time todo - afirma o levantador carioca.

Já sobre a presença de seu pai, o técnico Bernardinho, nas arquibancadas do Maracanãzinho torcendo por ele, Bruninho mostra-se escolado e afirma que fica feliz com seus familiares e amigos o apoiando, mas que na prática isso não muda muita coisa dentro da quadra.

- Não tem nada de mais, é normal ter ele, e minha mãe. É bom tê-los ali, com certeza, você sente uma energia especial, uma energia maior com a presença da família e dos meus amigos.  Mas não tem nada de diferente, não gera nenhum tipo de motivação especial, é só uma energia a mais. Como eu não tenho filho então não sei exatamente como é essa emoção que ele e minha mãe (a ex-jogadora Vera Mossa) sentiram, mas deve ser legal ver o seu filho realizando um objetivo - encerra o jogador do Rio de Janeiro.

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