sábado, 6 de abril de 2013

Superliga: Fofão e Sheilla confiam em amuletos para a grande final


Chegou a hora da final. É decisão de título. E para assegurar o troféu da Superliga feminina de vôlei 12/13, as atletas da Unilever (RJ) e do Sollys/Nestlé (SP) contam com todo tipo de ajuda. Inclusive com a sorte. Mesmo sabendo que a técnica é fundamental para decidir um título, Fofão e Sheilla esperam ter um ponto diferencial na manhã deste DOMINGO (07.04), às 10h, quando acontecerá a final no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo (SP). No caso das duas, os números 7 e 13 são considerados amuletos.
A levantadora da Unilever tem motivos para isso. Fofão adotou o 7 como seu talismã. Ela joga com a camisa 7, em casa são sete irmãos e sempre contou com esse número como seu aliado. “Sem dúvida, esse é o meu número da sorte. Somos em sete irmãos e esse número está associado à minha história de vida. O meu pai sempre gostou e passou isso para mim. Sei que vai me dar sorte jogar no dia 7 e estou feliz por jogar nesse dia”, afirmou Fofão.
Poupada do treino da manhã deste sábado (06.04) por um desconforto na panturrilha direita, a levantadora garante que estará em quadra para a partida decisiva. “Hoje descansei um pouco, mas nem passa pela minha cabeça ficar de fora dessa final. Não tem a menor possibilidade. Isso não vai atrapalhar na minha atuação no jogo de manhã. Foi apenas uma prevenção. Estou mais do que preparada”, assegurou a levantadora da Unilever.
Na nona final consecutiva entre Unilever e Sollys/Nestlé, Fofão acredita que um detalhe pode fazer a diferença. “Acho que a criatividade das levantadoras é importante para mudar alguma coisa em um confronto onde as equipes se conhecem muito bem. A parte tática é fundamental. Mas não tenho nada especial preparado para essa partida. O que posso garantir é que vai ser um espetáculo muito bonito para todos”, destacou Fofão.
Do outro lado da rede, a oposto Sheilla tem um carinho especial pelo número estampado na sua camisa. Com o 13, a bicampeã olímpica conquistou a maior parte dos títulos da carreira.
“Desde que comecei, jogo com o número 13. Lembro que no Mackenzie só tinha a numeração de 1 a 12, mas eles fizeram a camisa 13 especialmente para mim e, desde então, esse número me acompanhou em muitos bons momentos”, disse Sheilla, mencionando o clube de Belo Horizonte (MG), onde começou a carreira.
A atacante não é muito ligada em supertições. No entanto, costuma repetir alguns rituais antes de um jogo decisivo como o de amanhã.
“Procuro manter o tênis sempre da mesma cor durante uma competição. Também tento continuar usando a mesma cor de elástico. Sem contar que procuro sempre falar com a minha avó antes das partidas. Nesse momento, a ansiedade e o frio na barriga vão aumentando, mas isso é positivo”, garantiu a oposto do Sollys/Nestlé.
Retrospecto entre Sollys/Nestlé e Unilever
Desde 1997, Sollys/Nestlé e Unilever se enfrentaram 69 vezes em jogos válidos pela Superliga. Desses, 38 foram de vitórias para o time carioca, enquanto o paulista venceu 31 vezes. Com o mando de quadra, a Unilever conquistou a vitória 19 vezes e perdeu 15. Quando o Sollys/Nestlé jogou em casa, venceu 15 vezes e foi superado em outras 18 oportunidades.
Nos outros dois confrontos, nas finais das temporadas 10/11 e 11/12, o mando de quadra foi da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

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