sexta-feira, 19 de julho de 2013

World League: Algoz na última Liga, canadense avisa: 'Diferença para o Brasil não é grande'


Na noite de quinta, o Canadá surpreendeu ao vencer a Rússia por 3 sets a 2, embolando de vez o grupo E. Ainda buscando a melhor forma depois de uma lesão, Schmitt marcou 13 pontos, sete a menos que o companheiro John Perrin. O grandalhão, porém, já havia feito estrago antes.

Na estreia da Liga Mundial do ano passado, em Toronto, Schmitt se mostrou imparável. O oposto, de 27 anos, marcou 33 pontos e guiou o Canadá a uma surpreendente vitória contra os brasileiros. Mais tarde, ainda pela Liga, em Tampere, na Finlândia, marcou outros 27 pontos, forçando o tie-break. No único jogo que esteve fora, os canadenses não tiveram forças para fazer frente ao Brasil e perderam por 3 sets a 0, em São Bernardo do Campo.

Na atual edição da Liga, Schmitt ficou fora de boa parte dos jogos por conta de uma lesão. Ainda assim, o Canadá mostrou força ao vencer oito de suas dez partidas. Agora, na fase final, o oposto foi peça fundamental para derrubar os campeões olímpicos. Nesta sexta, espera fazer o mesmo contra o Brasil e garantir um lugar nas semifinais.

- Não acho que sejamos a maior surpresa da Liga até aqui. Com o novo sistema de grupo, talvez fôssemos os favoritos no nosso grupo, ainda que a Holanda tenha um grande time. Eu não acho que a diferença para Brasil e Rússia seja tão grande como as pessoas podem pensar. Eu joguei contra alguns jogadores da Rússia e do Brasil durante a temporada e acho que fui muito bem.

Schmitt carrega na memória as boas atuações contra o Brasil no último ano. Para voltar a fazer frente aos rivais, o canadense espera que a equipe se mostre forte em todos os setores.

- Nós ganhamos do Brasil uma vez e perdemos outra em cinco sets. Precisamos ser um time duro, como fomos nas últimas vezes. O Brasil tem uma equipe excelente, é uma das finalistas dos últimos Jogos. Então, temos de jogar muito para conseguir repetir a última temporada.

O grandalhão do Canadá diz não conhecer todos os jogadores da nova seleção brasileira. Ainda assim, afirma que, apesar das mudanças, o nível técnico continua o mesmo.

- Eu conheço alguns dos jogadores, que estavam em Toronto na Liga Mundial do ano passado. Mas não há dúvidas da força do Brasil, apesar das mudanças. Eu conversei com (Leandro) Vissotto outro dia e ele me disse: “Eu só espero estar no time. Há tantos jogadores bons que podem ir para a quadra e tomar o lugar de primeira que eu só espero estar no mesmo nível”. Assim é o Brasil.

fonte: GloboEsporte

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