domingo, 4 de agosto de 2013

Grand Prix: Com direito a virada, Brasil passa pelo maior desafio na primeira etapa do Grand Prix.


 A seleção brasileira ganhou na manhã de hoje, dia 4 de agosto, a partida contra os Estados Unidos por 3x1 (17/25, 25/25, 25/18 e 25/20). O jogo de hoje era o mais esperado da etapa, porque nas últimas três ocasiões, as americanas levaram o título dessa competição em cima das Brasileiras e porque era a reedição da última final olímpica. Com times bastante modificados em relação ao último encontro, os times entraram em quadra com performance de alto nível e mostraram que a renovação fez bem a ambas as equipes.

 Com muita velocidade, a levantadora americana utilizava uma distribuição de jogadas muito equilibrada, fazendo com que todas as jogadoras atacassem. Com essa estratégia que funcionou bastante no primeiro set, a equipe americana confundiu bastante o bloqueio brasileiro e os erros do lado da nossa seleção foram se acumulando. A partir do segundo set, o jogo brasileiro foi ficando mais solto.

A visível melhora do passe fez com que a levantadora Dani Lins aproveitasse melhor as centrais e as bolas de ponta eram configuradas com mais velocidade. Dessa forma, os EUA se sentiram pressionados e suas atacantes, que ainda são um pouco inexperientes em competições internacionais, começaram a falhar no ataque.

Apesar da maior pontuadora do jogo ter sido americana, (Hill - 16 pontos), devemos dar destaque, mais uma vez, às maiores pontuadoras do Brasil, Gabi e Garay, que foram muito importantes para a seleção conseguir equilibrar o passe e ditar o ritmo de jogo no confronto.

- Contra os Estados Unidos, temos que jogar muito bem taticamente. Depois do primeiro set, passamos a fazer isso. Elas jogam muito rápido. É um time que defende bem e tem volume de jogo. Quando passamos a respeitar marcações da comissão técnica, nosso jogo apareceu. Estou feliz com nossos resultados aqui - disse Gabi.

O técnico Zé Roberto fez uma análise sobre o jogo e sobre o estilo norte-americano de jogar.

- Essa é a pressão que teremos sempre, especialmente contra os Estados Unidos. É um time que cumpre muito bem seu papel tático. A velocidade e o estilo de jogo são diferentes de todas as outras escolas. Até conseguirmos ajustar a defesa, tivemos problemas. Fomos ajustando isso no decorrer do jogo - disse o técnico.

O Brasil volta a a jogar no próximo dia 11, em Porto Rico, e enfrenta as donas da casa, as búlgaras e as dominicanas, pelo Grupo G.

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