domingo, 4 de agosto de 2013

Grand Prix: Fabíola pede dispensa do Grand Prix.



Após a vitória do Brasil em cima dos Estados Unidos por 3x1 na manhã de hoje, dia 4 de agosto, a CBV anunciou que a levantadora reserva da seleção, Fabíola, pediu dispensa do resto da competição, alegando problemas familiares.

O técnico Zé Roberto lamentou a ausência da levantadora, que foi muito importante para a virada no jogo de hoje.

- Teremos um desfalque no restante do Grand Prix. Infelizmente, a Fabíola nos deixará devido a problemas particulares. Mas ela voltará para o Sul-Americano. Tenho de agradecer a participação dela, principalmente nesse último jogo, em que a sua entrada foi extremamente importante - disse o tricampeão olímpico.

3 comentários:

  1. A velha historia se repete: A PANI LINS VOLTOU!!!
    Pois eh amigos Dani deu Pani outra vez... E novamente Fabiola eh jogada na fogueira para salvar a patria novamente.
    Se Fabiola nao assumisse o jogo o Brasil perderia para os EUA!!!
    Por varias vezes Fabiola teve q substituir D.Lins nessas condicoes. So p/ citar alguns exemplos: Mundial-2010 e COPA DO MUNDO-2011.
    Nesse inicio de Grand Prix Dani Lins:
    1.Mostra-se insegura e imprecisa;
    2.Assim como no SESI, escolhe uma jogadora para sobrecarregar. No SESI foi Tandara, na selecao eh Garay;
    3.Exagera em bolas na entrada de rede;
    4.Varias vezes poe a bola em cima da antena, impossibilitando o ataque na paralela;
    5.Outras vezes poe a bola baixa e colada na rede facilitando o bloqueio adversario;
    6.Usa muitas bolas lentas e previsiveis sem qquer tipo de finta no bloqueio;
    7. Usa pouco o potencial das centrais, nao acerta a bola delas... A Fabiola,p.ex., colocou a Juciely no jogo.
    8. A grande atacante que eh a Juciely, que no Unilever atacava tudo qto eh bola nas maos de Venturini e Fofao, com D.Lins nao consegue mostrar seu jogo, com Fabiola Juciely foi muito mais acionada.
    9. A levantada para saida de rede da D.Lins eh muito ruim, cada hora vai de um jeito: muito alta, muito baixa, colada, na antena... Haja habilidade da oposta p/ consertar essas bolas;
    10. Por tudo isso, o Brasil teve muito dificuldade na virada de bola contra os EUA que tem um sistema bloqueio-defesa muito bem arrumadinho. Com D.Lins estamos tendo q contar muito com a habilidade das atacantes p/sair da marcacao. Claro que nao temos mais Fofao, mas seria necessari uma levantadora mais ousada, inteligente, criativa, precisa e,sobretudo, menos previsivel, coisa q Dani Lins nao eh;
    11. Sinceramente, cheguei a pensar q depois de Londres Dani Lins teria amadurecido e mudado de postura dentro de quadro, mas nessas 3 partidas constatei que os velhos erros ou vicios de sempre voltaram.

    Como pau q nasce torto nunca se endireita, acho q seria importante o Ze testar uma nova levantadora, nem q fosse p/tirar D.Lins dessa ZONA DE CONFORTO em q ela se encontra como titular absoluta...
    Ju Carrijo fez uma excelente Superliga e sequer foi lembrada.
    Claudinha foi convocada, mas soh esquentou banco. Ze nao deu uma oportunidade real a ela de mostrar servico.
    Estamos no inicio de ciclo olimpico, era boa hora de testar novas opcoes p/a posicao de levantadora,assim como outras selecoes vem fazendo.

    Achei totalmente desnecessario o xilique com a arbitragem.
    Serah q se o Brasil perdesse o Ze culparia a arbitragem?
    Hoje o Brasil correu serio risco de perder para os EUA. Porem Fabiola entrou e evitou a derrota. Tenho certeza que num proximo confronto as americanas virao com sede de vitoria, sera que Dani Lins vai dar pane de novo?
    Sera q nao deveriamos ter mais opcoes para a posicao de levantadora do que Dani Lins e Fabiola somente?

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  2. Achei que a estreia do Brasil foi boa em termos de resultados, mas poderia ser ótima se não perdesse alguns sets de bobeira e não perdesse um ponto no jogo que foi para o tie break contra a Rússia.
    Vejo que o Zé Roberto está testando jogadoras em "todas as posições", exceto no cérebro do time: a levantadora.
    Dani Lins ganhou uma condição de titular absoluta, intocável, mas, ao meu ver, não está fazendo jus ao status que lhe foi dado.
    Dani Lins vem cometendo falhas antigas e insistindo em erros do passado.
    Vem sobrecarregando a Garay na seleção, assim como sobrecarregou Tandara no SESI.
    Tandara foi cortada da seleção por contusão, será que essa sobrecarga não contribuiu para essa contusão?
    Vejo as ponteiras muito marcadas, porque os levantamentos estão muito previsíveis e muitas vezes imprecisos. Há pouca variação de jogadas, o potencial de ataque de Adenízia e Juciely está sendo sub-utilizado.
    Contra a Rússia, complicou-se um jogo desnecessariamente. Escolhas erradas e conservadoras fazem com que as atacantes enfrentem frequentemente bloqueio duplo e até triplo. Raramente vejo Dani Lins deixar uma jogadora sem bloqueio, ou pelo menos no simples.
    No jogo contra os EUA, no quarto set a seleção americana estava dominando e, se Fabíola não entrasse para mudar o jogo e virar o set, o Brasil correria sérios riscos de perder o set e quiçá a partida. Com a entrada da Fabíola, houve maior variação de bolas e as centrais começaram a aparecer mais.
    Achava que, assim como está acontecendo nas outras posições, já que é início de ciclo olímpico e um ano de poucas cobranças, no qual todas as seleções estão se renovando, a posição de levantadora também deveria testar caras novas.
    Claudinha, em 2013, no máximo esquentou banco, nunca foi testada de verdade, nunca teve uma real oportunidade de mostrar serviço.
    Agora que a seleção vai para Porto Rico e vai enfrentar seleções bem mais fracas do que as que enfrentou em Campinas, é hora de por Claudinha pra jogar.
    Assim como está pondo a novata Gabi Guimarães de titular, é hora também de testar de verdade a Claudinha, pois os adversários serão Porto Rico, Rep.Dominicana e Bulgária. Esses jogos não serão tão complicados assim, é hora boa para testes. Claudinha tem um bom potencial e se não for testada agora, será testada quando? Nas finais do Grand Prix? Não mesmo.

    Gosto muito de observar a atuação das levantadoras, já que elas ditam o ritmo do time, não adianta ter um elenco repleto de atacantes talentosas, se a levantadora for limitada. E das novatas que observei nesse ano de 2013, a que mais tem me agradado é Noemi Signorile, a jovem levantadora italiana do Pesaro.
    Noemi tem uma responsabilidade grande na Itália: substituir a competentíssima Lo Bianco, e tem feito isso muito bem. Jogando como uma veterana, a jovem italiana é muito criativa e ousada, sempre que pinta oportunidade ele aciona suas centrais com bolas muito precisas, invariavelmente tem deixado suas ponteiras no simples. Gosto da imprevisibilidade que ela tem, ou seja, Noemi Signorile sabe segurar bem o bloqueio adversário, que, desta forma, chega quebrado nas suas ponteiras.

    Os torcedores do Sollys devem estar vibrando com a excelente estreia de Caterina Boseti no Grand Prix, da mesma forma que os torcedores da UNILEVER devem estar vibrando com as excelentes atuações de Mihajlovic. Foram 2 grandes contratações e, se não houver algum acidente de percurso, poderemos ter mais uma vez uma final SOLLYS(MOLICO) x UNILEVER na Superliga.

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  3. Oi Aline, apesar de não te conhecer, claramente vc demonstra ter raiva da Dani Lins. Depois de tudo que a Dani fez na olimpiada, vc ainda escreve esse monte de besteira. Voce deve achar a fabiola a melhor levantadora do mundo , vai se tratar.

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