quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Raio X: Brasília Vôlei

  
Brasília Vôlei A Experiência a serviço do Voleibol

Leila - Dirigente
Ricarda - Dirigente
CHEGOU PARA FICAR! Foi através do antigo desejo de estar, de alguma forma, participando novamente do voleibol e vendo a hora exata de tomar iniciativa que as ex jogadoras e empreendedoras Leila Pires e Ricarda viram em Brasília a oportunidade que faltava para tornar este sonho realidade. A fim de contribuir com o esporte que as consagrou e dar a oportunidade de atletas prolongarem suas carreiras, além de repatriar e de recolocar essas jogadoras no cenário nacional que a dupla não pestanejou ao engajar a missão de tirar do papel o projeto do vôlei de alto nível em Brasília. Contando com o apoio da cidade, dos patrocinadores e parceiros que o Brasília vôlei vem ai pronto para ficar e se tornar uma das grandes potencias do esporte no país.
Time para temporada 2013/2014



Sério Negrão - Técnico
 Técnico: Sérgio Negrão Possui uma vasta experiência no vôlei nacional como técnico, supervisor ou coordenador. Atuou  em vários clubes masculinos, no feminino passou por cargos diversos nos extintos Bcn e Bradesco Osasco onde também atuou como coordenador técnico, de volta ao cenário nacional o experiente conhecedor do esporte tem a incumbência de extrair desse novo grupo o melhor vôlei que elas podem apresentar.


Time Titular: Levantadora – Camilla Adão (1,76, 1984) Camilla surgiu no vôlei de alto nível logo nas categorias de base onde sagrou- se campeã mundial de lá para cá a experiente e astuta armadora fez uma carreira de sucesso no esporte em clubes como: Rio de Janeiro, o extinto Macaé, Pinheiros e Praia Clube,  onde foi algumas vezes campeã da competição, já experiente e com uma incontestável técnica a levantadora  retorna ao cenário nacional com a missão armar as jogadas desse novo time.
Oposta – Elisangela de Oliveira (1,84, 1978) Lili é velha conhecida do vôlei nacional e internacional a oposta que foi medalhista olímpica e serviu a seleção por alguns ciclos olímpicos sempre aliou uma boa técnica com um braço pesado. Em sua promissora carreira teve passagens vitoriosas por times como Rio de Janeiro, Osasco, Minas, Brasil telecom e também passou uma grande temporada lá fora brilhando na liga
Dani Scott - Central do time
japonesa, de volta ao Brasil defendeu as cores do Sesi SP nas ultimas duas temporadas, a jogadora de 35 anos mostra que ainda possui muita lenha pra queimar e está disposta a dar o seu melhor em seu novo time.
Central 1 – Danielle Scott Arruda (1,88, 1972) Com todo o respeito podemos afirmar que a Americana mais Brasileira de todas Dani Scott é uma “lenda” no esporte, com 40 anos e estando no esporte de alto nível pelo menos a duas décadas inteiras a jogadora é uma referência no meio de rede. Em seu currículo consta a incrível marca de estar presente em 5 olimpíadas sendo vice campeã olímpica nas duas ultimas edições, casada com Brasileiro a meio de rede da seleção estaduniense tem passagens por vários times do pais como Osasco, Macaé, São Bernardo e Banana Boalt e também tem passagens pelo Japão e pela Itália , com todo esse currículo e ainda jogando um vôlei de altíssimo nível a jogadora chega a Brasília credenciada para ser referência em sua função.
Central 2 - Viviane Goes (1,90, 1987) Vivi Goes é uma jogadora alta, veloz e com bom ataque a bloqueadora que iniciou sua carreira na Superliga no extinto Sport Clube recife tem passagens por times como Macaé, Mackenzie e Uniara, de volta a disputa da principal competição do pais Vivi Goes tem a missão de comandar o meio de rede do time de Brasília.
PP4 - Ponteira de Brasília
Ponteira 1 – Paula Renata Pequeno (1,85, 1983) A Historia de PP4 acaba se confundindo com a historia do vôlei nacional, a ponteira Bi campeã Olímpica desde cedo mostrou que era uma joia rara e um talento nato para a modalidade, surgiu no esporte de alto nível em 1997 quando fazia parte do Extinto time do Bcn Osasco, depois passou mais de uma década defendendo as cores da cidade Osasco, teve uma passagem  vitoriosa pelo voleibol Russo e retornou ao pais no extinto time do Vôlei Futuro, seu ultimo clube foi o Fenerbahce da Turquia. Com um poder de ataque incontestável e excelente bloqueio aliado a bons fundamentos de fundo de quadra Paula foi nome constante nas convocares da seleção nacional durante dois ciclos olímpicos e tem inúmeros títulos pela seleção, o principal deles é ter sido eleita a MVP (melhor jogadora) dos jogos olímpicos de 2008, de casa nova PP4 que é natural da cidade de Brasília pode realizar um antigo sonho que é de jogar na cidade onde nasceu e deve ser o principal nome do time na temporada.
Érika - retornando ao cenário nacional
Ponteira 2 – Érika Kelly Coimbra (1,80, 1978) Érika é um ícone do vôlei nacional, a precoce jogadora já defendia as cores da seleção nacional quando tinha apenas 17 anos, com a difícil missão de substituir a lendária jogadora Ana Moser na posição Érika sempre demonstrou muita personalidade e acima de tudo muito voleibol para a tal missão, participou da seleção por quase três ciclos olímpicos onde além de diversos títulos se sagrou medalhista olímpica, no vôlei nacional a ponteira tem seis trunfos em seu currículo e passou por times como Mackenzie, Minas, Osasco, Rio de Janeiro, e Brasil Telecom. Em sua carreira internacional atuou vitoriosamente pela Itália, Turquia, Azerbaijão e recentemente Polônia onde foi eleita a melhor ponteira da competição, com todo esse currículo Érika retorna a Superliga a fim de demonstrar todo o seu melhor voleibol e ajudar o seu time da melhor forma possível.
Líbero – Veridiana Fonseca (1,78, 1982) Verê é uma experiente libero já conhecida no cenário nacional, em sua notória carreira a jogadora possui passagens por diversos times como BCN Osasco,
Minas, o extinto Macaé, Brusque, Pinheiros, Vôlei Futuro e recentemente Sesi Sp, depois de boa parte da temporada passada afastada para cuidar de problemas de saúde a defensora está de casa nova buscando o seu melhor ritmo de jogo.

Patricia - aposta para temporada
Time Reserva: Levantadora: Flavia Kuchembecker (1,79, 1990) Flavinha é uma jovem e talentosa jogadora, com uma boa técnica e distribuição, a jogadora revelada no sul do pais tem passagens pela Superliga em times como Finasa Osasco, o extinto Sport de Recife, Brusque e Minas, chega a Brasília para oferecer um ritmo novo de jogo a sua equipe e absorver a experiência aumentando seu nível de jogo. Oposta: Eli Paulino (dupla função). Centrais: Patricia Starsiack (1,92, 1991) Patricia é uma jogadora alta e forte, foi revelada no vôlei do Paraná e atuou em times como o extinto Banespa , Londrina e Assis.
Ponteiras Elisangela Paulino (1980, 1,86) a ponteira/oposta Eli Paulino é uma jogadora experiente que atuou pouco no vôlei nacional, sua carreira foi construida lá fora em países como Turquia, Azerbaijão, Itália e Japão, de volta ao pais e acumulando
Eli Paulino - Ponteira/Oposta
duas posições a boa atacante é uma peça fundamental para o time de Brasília. Juliana Gomes (1,83, 1986) Ju Maranhão como é conhecida é uma clássica ponteira passadora com bom fundo de quadra e bom ataque, atuou em clubes como Pinheiros, Osasco e São Bernardo, na ultima temporada participou do vôlei na Republica Tcheca, repatriada a jogadora é uma boa peça de reposição para o time de Brasília. Rayssa Alves (1,76, 1996) Rayssa é uma jovem jogadora que compõe o grupo e fará sua estreia em Superligas. Libero – Fernanda Oliveira (1,72, 1991) Fernanda é libero e fará sua estreia na competição nacional.

Paula - destaque do time
Destaque: Com uma carreira de sucesso e a fama de jogadora Guerreira e Aguerrida a Bi campeã Olímpica Paula Pequeno está prestes a realizar um sonho, jogar vôlei em sua cidade natal, a atacante que tanto contribuiu para o esporte nacional está feliz e disposta a recuperar o seu melhor nível de jogo e junto com suas companheiras fazer uma ótima temporada pelo seu novo time, uma das mais engajadas com o projeto Paula tem tudo para ser o nome do time dentro da competição.

Pontos Positivos: Com um time com essa experiência toda,  formado por atletas de carreiras consolidadas e vitoriosas podemos esperar nada menos do que um time "jogueiro", como diria a gíria do vôlei, o equilíbrio em suas ações de rede e fundo de quadra devem ditar o ritmo do Brasília Vôlei, além disso, mesmo sendo um time novo, entrosamento não vai faltar, pois várias dessas jogadoras já tiveram passagens jogando juntas, seja nos clubes ou na seleção, outro ponto que podemos destacar é o psicológico das jogadoras que a essa altura de suas carreira passa a ser um fator positivo individualmente se refletindo no grupo todo.

Pontos negativos: Ao analisar o time de Brasília  podemos notar que pelas características de suas jogadoras, boas de passe, defesa e com um bom nível de ataque o bloqueio deve ser o ponto mais fraco dessa equipe, junto com o bloque o banco de reserva em determinadas posições também deve ser um fator negativo, já que muitas jogadoras são estreantes na competição.

O que esperar do Brasília Vôlei na Superliga?
Croqui dos uniformes do time
Com um time que já foi criado com uma média de idade avançada, digamos assim, fica a dúvida no ar, será que as suas jogadoras vão aguentar o pique até o fim? Será que a parte física suportará a pressão de um
campeonato forte e longo como a Superliga? É o que iremos descobrir ao longo da jornada das atletas na principal competição nacional. De inicio podemos destacar que a luta da comissão técnica será desde o inicio, colocar essas jogadoras perto do melhor nível de voleibol que elas podem apresentar e se obterem resultados positivos nesse sentido, então teremos um grande time que brigará de igual pra igual com qualquer outra equipe, pelo investimento e pelo elenco podemos afirmar que o grupo tem plenas condições de estar nos play – offs do torneio, e quem sabe não ir mais longe?

Time treina forte para temporada

Estrutura: O time de Brasília possui vários aliados que contribuem para a sua estrutura como o Banco de Brasília, dentre eles o SESI de Brasília que oferece a suas atletas as estruturas de treino, como quadra, musculação, fisioterapia, etc... No entanto o intuito é que o time não jogue apenas em um local fixo, os primeiros jogos aconteceram no ginásio do Sesi em Taguatingá onde a equipe treina. 
Curiosidade: A fim de fazer uma pré temporada e testar o time antes da sua estreia da Superliga, o time de Brasília criou uma copa, um quadrangular que está ocorrendo dos dias 19 a 21 deste mês e contará com a presença das Equipes Unilever – Rio de janeiro, Maranhão vôlei e Rio do Sul, a disputa é simples, todas se enfrentam e quem somar o maior numero de pontos se sagra campeã.

Contato: www.brasiliavolei.com

Elthon Carvalho.

2 comentários:

  1. Bem, que maravilha ver Elisangela, Paula Pequeno, Érika e Dani Scott juntas. Nossa Superliga feminina está cada ano mais fantástica com estrelas que atuam na seleção, as que já estiveram na Seleção es as que tem nível de seleção mas nunca tiveram chance. Isso é maravilhoso o público reconhece os talentos mesmo não estando na seleção. Com uma competição maior e mais justa para os clubes e talentos que não fazem parte da Seleção a Superliga fica cada ano melhor no feminino, (Claro tirando a palhaçada dos 21 pontos). Neste cenário o Brasilia vem para mostra que temos que prolongar ao máximo a permanência de nossas estrelas nas quadras e em ação. Vai ser muito interessante ver a briga de gerações e que ótimo ver a Elisangela dando pancado pois tem uma mão pesada essa jogadora. Quanto a Paula Pequeno, e Érika faz muito tempo que não as vejo em ação mas são talentos do nosso esporte e só irão abrilhantar ainda mais a competição. Viva a Superliga Feminina e voltem os 25 pontos. Abraço

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  2. Pelo menos na Copa Brasília, a Paula Pequeno era a única definidora confiável do time... tanto que, percebendo isso, a Camila Adão repetia levantamentos sucessivos para ela. Acho esse time de Brasília "cansado" e muito dependente da Paula. Não tem como esperar muito... se chegar nos play offs, já está no lucro.

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